Pequenos negócios — com os fornecedores certos, é possível ter sucesso!

Quando falamos no público externo a sua empresa, você logo pensa nos consumidores? A ideia não é equivocada, já que, de fato, a clientela é parte privilegiada desse grupo. Mas é um erro se esquecer dos outros participantes ativos no funcionamento do seu pequeno negócio; os colaboradores, os profissionais responsáveis pelo frete e os fornecedores fazem parte do time chamado de supply chain, ou cadeia de suprimentos.

Esses últimos parceiros merecem atenção. Os fornecedores não servem apenas para garantir os insumos e produtos que serão vendidos na sua loja de material construção civil. Negociar bem com esse time é o que permitirá manter os estoques abastecidos, garantirá a qualidade dos produtos e a prática de bons preços.

Destacar as características positivas do seu comércio é o que ajudará a atrair clientes para a sua loja. O consumidor está atrás de diferencial em um mercado de competição acirrada. O segredo para oferecer esse destaque é superar os adversários que disputam o público e realizar uma boa gestão.

Ficou interessado? Quer saber como potencializar seu negócio por meio de uma gestão eficiente dos fornecedores? Reunimos tudo o que sua empresa precisa saber neste guia completo. Continue a leitura e aprenda com nossas dicas!

Pequenos negócios no Brasil

A estagnação da economia pesou no bolso dos empreendedores brasileiros. Especialmente no caso daqueles que gerenciam médios e pequenos negócios, o impacto da recessão financeira não pode ser ignorado. A intensa crise econômica que se abateu sobre o país diminuiu a oferta de empregos e o poder de compra da população, o que, por consequência, minguou as vendas nos mais variados setores.

Diante do cenário caótico, uma estimativa positiva traz alento para os pequenos empresários. O Índice de Confiança dos Pequenos e Médios Negócios (IC-PMN) atestou no primeiro semestre de 2018 a sua segunda maior alta em 9 anos, quando o levantamento foi criado. A expectativa dos pequenos empresários agora está alinhada com a dos economistas — a confiança teve uma ascensão de 5,9%, segundo a pesquisa.

A elevação foi tão expressiva que surpreendeu os especialistas. Ao que parece, os entrevistados estão finalmente percebendo que a retomada da economia está em curso. A forte incerteza que dominou os gestores até o momento está dando lugar a uma centelha de esperança.

A alta do otimismo foi registrada em todos os setores. A indústria apresentou a maior elevação, com 71,31 pontos na pesquisa; a variação positiva foi de 10,34%. Em seguida, temos o ramo de serviços (com 5,96% de crescimento) e de comércio (4,42%).

A pesquisa também mensurou a disposição dos empreendedores para fazer novos investimentos, e o estudo também revelou um crescimento nesse sentido. O registro foi de 6,3% de mais suscetibilidade dos empresários a fazer novos investimentos. Apesar do novo ânimo, quem gerencia pequenos negócios está sujeito a alguns desafios. O primeiro deles é a dificuldade em conseguir crédito, já que as mudanças na taxa Selic ainda não geraram empréstimos mais baratos para as empresas.

O investimento em formação

Os micro e pequenos empreendedores também estão mais dispostos a se especializar. Entre os entrevistados, um terço deles alegou acreditar nos cursos virtuais como melhor saída para encontrar conteúdo de qualidade. 24% do público pesquisado disse buscar outros empreendedores para trocar informações, enquanto 23% ainda tem preferência por aulas presenciais.

O movimento é positivo tanto para o mercado quanto para os gestores individualmente, dizem os empreendedores mais experientes. Apostar em especialização é um passo importante para o sucesso. Não vale somente ter uma grande ideia. Para colocá-la em prática e garantir sua longevidade, é preciso que o empresário conheça a fundo os contextos socioeconômicos e as especificidades de seu mercado.

Boas ideias para pequenos negócios

Os médios e pequenos negócios têm sentido a competitividade intensa do mercado. Se não há investimento e uma constante busca por aperfeiçoamento, o pequeno empreendimento é facilmente superado pelos concorrentes. Mas como trabalhar com o máximo de desempenho tendo uma equipe enxuta na sua loja de material construção? Separamos boas ideias para dar conta desse desafio.

Conhecer a fundo suas despesas

Se as compras da sua empresa estão descentralizadas e cada colaborador faz contato com os fornecedores de maneira independente, sem unicidade, torna-se um desafio analisar o dinheiro que foi investido nessas transações.

Para gerir bem sua supply chain, vale solicitar uma consultoria especializada. É preciso mensurar os gastos com cada departamento e reformular suas estratégias e contratos com fornecedores, buscando as melhores negociações.

Se a loja de material de construção não conhece sua necessidade de insumos, como pode comprar a quantidade ideal? Seguindo o mesmo raciocínio, se a marca desconhece sua capacidade financeira, pode extrapolar nas compras e colocar suas finanças no vermelho.

Deixar para trás os processos arcaicos

Outra forma de errar na gestão da cadeia de fornecedores é permitir os processos arcaicos e utilizar ferramentas pouco eficientes. Se a empresa continuar aplicando métodos ultrapassados, como planilhas, escaninhos e papelada, acaba desperdiçando o tempo dos funcionários. Tempo esse que poderia ser destinado a tarefas de cunho estratégico, muito mais interessantes para aumentar o faturamento.

Saiba fugir das tarefas repetitivas, que agregam pouco valor na relação com o cliente. Acompanhar cada etapa da supply chain permite identificar os processos que não estão gerando respostas positivas e remodelá-los ou aboli-los dos seus planos.

Analisar indicadores de risco

Pequenos negócios que não dominam sua cadeia de fornecedores podem dar de cara com algumas dificuldades na hora de mapear riscos. Se não é capaz de mitigar os erros, o gestor dificulta seu trabalho e o da equipe, sujeitando a loja a perder dinheiro.

No processo de mensurar a propensão da empresa aos riscos, é importante fazer um planejamento de contingência. Acha que é complicado? Então vamos simplificar: reúna um comitê de análise dos riscos a fim de mapear possíveis crises e traçar ações para contorná-las. Leve em consideração o comportamento dos clientes, as mudanças do mercado, as evoluções tecnológicas e a capacidade do seu orçamento para solucionar os problemas.

Estratégias para pequenos negócios

Diante de uma retração econômica, muitos gestores de micro e pequenos negócios acreditam que reduzir o gasto com marketing é uma boa estratégia. Mas vale o alerta: esse pode ser um equívoco fatal para sua companhia. Nos momentos de contenção de despesas, quando a maior parte dos empreendedores reduz o investimento em propaganda e relacionamento com o público, sua marca deve aproveitar novas estratégias de divulgação.

E não é só o marketing que merece atenção. Apostar na tecnologia como aliada e traçar planos de ação são saídas bem-vindas para potencializar seu empreendimento. O segredo é não investir todas as reservas na publicidade tradicional. Prefira o marketing de baixo custo e aposte nos processos que demandam mais criatividade do que dinheiro.

O orçamento que permitiria à empresa aparecer em um jornal ou revista pode ser investido em uma infinidade de ações eficientes que prometem distinguir sua marca das concorrentes.

Quer aprender as melhores estratégias para implementar na sua companhia? Listamos algumas dicas imbatíveis!

Aposte em seus diferenciais competitivos

Muitos empreendedores não têm a ciência de que já possuem um material eficiente para divulgar sua marca e torná-la um sucesso. A dica é apostar nas características positivas que a diferenciam das demais empresas em operação no mercado. Em um momento de crise econômica, essa é uma dica valiosa!

Com uma infinidade de opções a sua disposição, o consumidor só escolhe consumir naquela loja que oferece vantagens sobre a concorrência. Se o seu comércio de material de construção civil tem uma seleção cuidadosa de produtos, por exemplo, é importante mostrar isso para o cliente em suas campanhas de marketing.

O diferencial competitivo deve ser o foco da publicidade da empresa. Mostre o que torna sua empresa única aos olhos do consumidor, o que agrega valor a seus produtos e serviços. Diferentemente do preço, que é o quanto o cliente precisa pagar, o valor é mais subjetivo, pois refere-se ao benefício que determinado produto ou empresa agrega para o cliente.

Para que o consumidor valorize seus itens e escolha comprar da sua empresa, ela deve focar nos diferenciais competitivos. Para potencializar seus diferenciais, os processos precisam estar bem gerenciados, inclusive sua relação com os fornecedores.

Faça a gestão dos fornecedores

O público externo de uma empresa não se resume somente a seus consumidores. É claro que prezar por um contato saudável com o consumidor é uma obrigação do gestor que quer colocar sua loja de construção em evidência no mercado — afinal de contas, o cliente é parte essencial no sucesso da organização.

Mas suas relações não param por aí! Alinhar a relação com os fornecedores também é importante para garantir a saúde financeira da empresa. Toda a cadeia de produção, as vendas e o relacionamento com o consumidor dependem do gerenciamento das suas parcerias.

O processo de escolha dos fornecedores deve ser precedido de muita pesquisa e negociação. Errar na decisão pode comprometer sua loja, que pode ficar sem estoque, sofrer com atrasos dos parceiros ou receber itens com qualidade inferior àquela esperada.

Após escolher os melhores associados da sua empresa, é preciso manter essa relação de proximidade ativa. Preocupe-se sempre em realizar uma boa gestão dos fornecedores, reunindo-se com eles quando possível para definir estratégias e alinhar as expectativas e objetivos.

Utilize as redes sociais

De alguma forma, estamos todos conectados. De acordo com os resultados divulgados na 27ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, o número de smartphones em uso no Brasil já atingiu os 168 milhões. O alto consumo de tecnologia no país leva as empresas a apostar cada vez mais na ferramenta como estratégia de marketing.

Além de um excelente canal de divulgação, a internet também facilita as vendas, permitindo que os produtos da sua loja cheguem a consumidores de todo o país e até do exterior. Está esperando o que para marcar presença online?

O papel dos fornecedores

Os empreendedores modernos trabalham com a ideia de que nenhuma empresa é uma entidade isolada. Qualquer negócio em operação faz parte de uma rede interdependente que, se não funciona da melhor maneira, pode comprometer a prestação de serviços. E qual o papel dos fornecedores nesse processo?

Melhorar o serviço prestado pela loja

Alinhando sua cadeia de suprimentos com seus princípios organizacionais, o gestor garante melhorias no serviço entregue ao comprador final. Tudo começa com o pedido e a entrega da quantidade ideal de insumos pelos fornecedores. Um abastecimento de qualidade reduz seu gasto com compras, o que melhora as condições de preço para o seu cliente, fazendo com que ele saia mais satisfeito da transação.

Cultivando uma boa relação com os parceiros, sua empresa pode manter um estoque com os produtos necessários, evitando faltas que poderiam comprometer suas transações e frustrar o comprador. Da mesma forma, gerir os fornecedores evita excessos no inventário, o que poderia levar sua loja a perder dinheiro por conta do prazo de validade dos produtos ou de más condições de armazenamento.

Fidelizar o consumidor

Quando você oferece um serviço que surpreende positivamente o consumidor, você aumenta as chances de torná-lo um cliente fiel da marca. Fidelizado, o cliente passa a olhar para sua empresa de forma afetiva, criando uma relação de confiança com sua marca.

A eficiência e a qualidade na prestação de serviços vira mais um diferencial competitivo para a sua marca, atraindo os olhares dos consumidores e fazendo com que ela se sobressaia aos concorrentes.

Diminuir os custos de operação

Se a relação com os fornecedores é boa, se a logística é bem planejada e a produção está alinhada com as necessidades da marca, o controle de qualidade e a gestão de insumos podem funcionar perfeitamente. Isso é sinal de uma supply chain operando a todo vapor.

Com essa sinergia entre os componentes da cadeia de suprimentos, o gestor diminui seus custos operacionais. Comprando e administrando a quantidade certa de insumos para o estoque, o desperdício também é evitado.

Aumentar o faturamento

Operando com um grupo de fornecedores de qualidade, a tendência é que seus lucros aumentem e sua loja tenha o caixa sempre recheado. É o sonho de qualquer um que gerencia pequenos negócios, certo?

Os chamados ativos fixos — que são as fabricantes, as empresas de fretamento e os armazéns — não serão tão necessários caso o gestor cultive uma boa carteira de fornecedores. Fechando parcerias ideais você reduz seus gastos e garante que o produto destinado ao consumidor final siga o padrão de qualidade esperado.

Com bom atendimento ao cliente e mercadorias de alto padrão, o gestor ganha a confiança da clientela e fideliza seus compradores, que deixam de acompanhar as ofertas da concorrência, preferindo seus produtos pela qualidade comprovada. Isso conduz ao sonhado lucro positivo ao fim do mês.

A importância estratégica dos fornecedores

Aplicar estratégias é sempre importante para manter seu pequeno negócio operando com sucesso. Muitas saídas são possíveis para otimizar os processos e tornar toda a equipe mais produtiva. No entanto, fica complicado otimizar as ações se sua relação com os fornecedores não é bem gerenciada.

Já reparou que toda organização está interligada a várias outras? Para que o consumidor seja atendido da maneira como espera e para que seus anseios sejam solucionados, os pequenos negócios não podem agir sozinhos.

Fazem parte da supply chain todos os operadores que viabilizam o funcionamento do seu mercado: fabricantes, transportadoras, revendedores, armazéns, o próprio cliente e, claro, os fornecedores de insumos. Apesar dos diferentes propósitos de atuação dessas empresas, a característica comum é que uma depende da outra.

Mas como aproveitar esse relacionamento para gerar valor ao seu negócio? É preciso, antes, conhecer a importância estratégia das parcerias. Acompanhe:

Alinhamento dos processos

Quando os departamentos estão alinhados e os processos são compartilhados, fica mais fácil se organizar e cumprir a demanda do consumidor final. A centralização e o alinhamento das ações ajuda o gestor a comprar produtos de maneira mais responsável. Isso evitará que os consumidores sofram com a falta de itens no estoque — o que pode comprometer gravemente a credibilidade da marca.

Para vender bem é preciso, antes, comprar bem. E o gestor só faz boas compras quando age em prol da integração dos processos empresariais. É importante ter no estoque todos os produtos mais buscados pelos seus consumidores. Mas como fazer esse controle se você não conhece a demanda de cada departamento?

Para saber quais mercadorias têm mais saída na sua loja de material de construção civil, é essencial ficar atento ao movimento de consumo da sua clientela. Esse controle depende da integração de processos: é preciso reunir os dados coletados pela equipe de vendas para fazer compras mais acertadas com os fornecedores.

Controle da logística

Antes de fechar parcerias, o gestor deve ficar de olho nas condições de contrato. Fique atento, especialmente, aos prazos de entrega de cada fornecedor e às condições de armazenamento que assegurarão a integridade dos produtos estocados.

Lógico que, quando alguém chega na sua loja procurando por um produto para pronta-entrega, o item deve estar disponível naquele momento. Gerenciar o estoque garante essa organização. Mas, se o estoque for mal armazenado e o produto chegar ao cliente com defeito, isso pode ser fatal para sua venda e prejudicar a reputação da sua loja.

Para que nenhuma venda se perca, conhecer a logística do seu parceiro é o primeiro passo, e isso se faz por meio de uma boa gestão. Aproveite todo o potencial estratégico desse relacionamento! Sabendo dos prazos de entrega estipulados pelos fornecedores, é possível se organizar para não ficar sem determinado produto estocado.

Não se esqueça: se um cliente sai de mãos abanando porque falta um produto no seu estoque, ele buscará o que deseja na concorrência e pode nunca mais fazer negócio com sua loja.

Prática de preços justos

Se o objetivo do empreendedor é se destacar no seu ramo, preços competitivos ajudam, claro, a chamar a atenção do consumidor. A gestão de compras e fornecedores é o caminho para encontrar parceiros com preços baixos, o que permite oferecer boas ofertas e se sobressair à concorrência.

Uma solução encontrada por muitos gestores é trabalhar com um mix de parceiros. Isso significa reunir um grupo de fornecedores e comprar cada mercadoria de um parceiro diferente, priorizando qualidade e preço baixo. A tática amplia suas chances de boas negociações e ajuda a encontrar preços justos.

Qualidade das mercadorias

Se preços altos espantam o seu comprador, a falta de qualidade não fica para trás. É preciso evitar esse transtorno que pode comprometer as transações.

Não ceda à armadilha dos preços baixos e se esqueça da qualidade! Na hora de escolher um fornecedor, monte uma lista de exigências que devem ser avaliadas nos possíveis parceiros. A qualidade e a agilidade na entrega dos pedidos são exigências importantes. O gestor deve escolher fornecedores que prezam por um serviço bem-feito, já que a satisfação de seus próprios clientes dependerá disso.

A relação entre os pequenos negócios e os fornecedores

Como o orçamento para uma pequena empresa é restrito, às vezes ele não permite a aplicação de estratégias massivas. No entanto, neste guia você aprendeu estratégias eficientes e de baixo custo para utilizar a gestão de fornecedores a seu favor. Mas o que elas representam para um pequeno negócio?

A importância do fornecedor para o pequeno negócio

Alguns gestores ainda não estão cientes da importância de boas parcerias para que o negócio prospere. Atentar-se aos pontos negativos e conhecer as capacidades dos seus fornecedores impede que erros prejudiquem sua atividade-fim.

Para evitar errar na supply chain, submeta novos fornecedores a uma avaliação cuidadosa. Ao analisá-los, devem ser considerados algumas características: estabilidade financeira do parceiro, cultura empresarial condizente com o seu negócio e credibilidade diante dos clientes. Como dissemos anteriormente, os preços e a qualidade dos produtos também são pontos que merecem atenção.

Para os pequenos negócios, essa gestão cuidadosa representa a possibilidade de chegar ao sucesso. Destacar-se diante de tantos concorrentes de grande porte é realmente um desafio que exige persistência e criatividade dos pequenos empreendedores. Gerir bem suas relações, contudo, é um grande passo para potencializar as capacidades da microempresa!

Prezar pelo relacionamento com os parceiros é fundamental, pois eles são aliados das suas estratégias. É por meio de uma relação de qualidade com esse grupo que será possível praticar uma precificação justa e oferecer o serviço com a qualidade almejada pelo consumidor final da sua loja de material construção — o que, voltamos a frisar, aumenta seu diferencial competitivo e aumenta a reputação da sua marca no mercado.

Não deixe de estabelecer uma proximidade com todas as partes da supply chain. Repense suas políticas e invista sempre em uma relação de parceria. Gostou das dicas? Quer aprender mais estratégias para o seu pequeno negócio? Acompanhe nossas novidades por meio das redes sociais. Curta nossa página no Facebook e no Instagram! Não perca nossas atualizações pelo Twitter e fique de olho nos conteúdos compartilhados no YouTube, no LinkedIn e no Pinterest!

 

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